CÂNONE - Tinta da China
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Um cânone é uma lista e uma escolha. Para este livro foram escolhidos cerca de cinquenta autores da literatura portuguesa, para além de grupos, escolas, movimentos, palavras importantes, e revistas.

Os grandes escritores não são escolhidos por consenso ou por votação popular, mas por terem sempre leitores, mesmo que poucos, ao longo do tempo. Os ensaios aqui incluídos não representam nenhum consenso. Representam as ideias dos seus autores e as suas opiniões, muitas vezes minoritárias.

Neste livro encontrará muitas opiniões discordantes sobre muitos autores portugueses; muitas escolhas, muitas ideias, e muitos tons diferentes. Não é um dicionário ou um guia neutro para a história da literatura portuguesa: é um livro de crítica literária para nos fazer pensar sobre a literatura portuguesa.

EDIÇÃO: António M. Feijó, João R. Figueiredo e Miguel Tamen

Escritores incluídos n’O Cânone: Agustina Bessa-Luís, Alexandre Herculano, Alexandre O’Neill, Almada Negreiros, Almeida Garrett, Antero de Quental, António José da Silva, António Nobre, António Vieira, Aquilino Ribeiro, Bernardim Ribeiro, Bocage, Camilo Castelo Branco, Camilo Pessanha, Carlos de Oliveira, Cesário Verde, Dom Duarte, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Fernão Lopes, Fernão Mendes Pinto, Fiama Hasse Pais Brandão, Florbela Espanca, Frei Luís de Sousa, Gil Vicente, Gomes Leal, Herberto Helder, Irene Lisboa, João de Deus, Jorge de Sena, José Régio, José Rodrigues Miguéis, José Saramago, Júlio Dinis, Luís de Camões, Luiza Neto Jorge, Maria Judite de Carvalho, Mário Cesariny, Mário de Sá-Carneiro, Miguel Torga, Oliveira Martins, Raul Brandão, Ruben A., Ruy Belo, Sá de Miranda, Teixeira de Pascoaes, As Três Marias, Vitorino Nemésio