COM BORGES - Tinta da China
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UM LIVRO-HOMENAGEM QUE É TAMBÉM A MEMÓRIA AFECTIVA DO ENCONTRO ENTRE DOIS GÉNIOS.

Em 1964, em Buenos Aires, um escritor cego convidou um livreiro de 16 anos para lhe ler em voz alta. Foi assim que, durante quatro anos, se cruzaram em convívio próximo Jorge Luis Borges, escritor de dimensão universal, e Alberto Manguel, que se veio a tornar um dos mais conceituados bibliófilos do mundo.

Nesse período, partilharam momentos domésticos, leituras e releituras, conversas, reflexões e curiosidade pela vida e pelos livros. Agora, o que Manguel partilha é uma memória afectiva e pessoalíssima de um homem complexo mas apaixonante, por quem até hoje guarda uma admiração terna.

POSFÁCIO INÉDITO PARA A EDIÇÃO PORTUGUESA.

Alberto Manguel

Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina.
Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudou‑se para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica.
É ensaísta, romancista premiado e autor de vários best‑sellers internacionais, como Dicionário de Lugares ImagináriosUma História da CuriosidadeA Biblioteca à NoiteEmbalando a Minha Biblioteca, Com Borges e Uma História da Leitura (Tinta‑da‑china, 2013, 2015, 2016, 2018, 2020 e 2020, respectivamente). Foi director da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017.
Actualmente, vive em Lisboa, onde vai dirigir uma biblioteca e o Centro de Estudos da História da Leitura