DICIONÁRIO DE LUGARES IMAGINÁRIOS - Tinta da China
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Um guia indispensável para viajar na literatura. 1200 lugares, mais de 1000 páginas, de Atlântida a Xanadu, passando pelo Castelo de Kafka e pelo País das Maravilhas.

«É um velho costume marítimo que uma nova embarcação seja lançada ao mar com um pedido de bênção para si e para todos os seus tripulantes. Agora que o nosso Dicionário de Lugares Imaginários passará a navegar as desconhecidas águas de Portugal, também pedimos que o abençoem as almas generosas de intrépidos viajantes imaginários como Camões, Pessoa, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes. Eles entenderão, melhor do que ninguém, a honra que representa para uma obra como a nossa, de viagens a lugares sonhados, partilhar a estante com as crónicas dessas outras viagens a lugares que chamamos, sabe-se lá porquê, verdadeiros.»
— Alberto Manguel

Alberto Manguel

Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina.
Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudou‑se para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica.
É ensaísta, romancista premiado e autor de vários best‑sellers internacionais, como Dicionário de Lugares ImagináriosUma História da CuriosidadeA Biblioteca à NoiteEmbalando a Minha Biblioteca, Com Borges e Uma História da Leitura (Tinta‑da‑china, 2013, 2015, 2016, 2018, 2020 e 2020, respectivamente). Foi director da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017.
Actualmente, vive em Lisboa, onde vai dirigir uma biblioteca e o Centro de Estudos da História da Leitura

Gianni Guadalupi

Gianni Guadalupi nasceu em 1943, em Itália. Historiador e escritor, traduziu para italiano autores como Kipling, Borges, Jodorowsky, Molina, Allende e Benedetti. Escreveu e editou dezenas de livros e antologias dedicados ao tema das viagens, reais e imaginárias. Especializou-se em temas como os jesuítas na China, os viajantes setecentistas na Pérsia e no Oriente, as viagens espaciais, os portugueses na Índia, a descoberta da América e os pioneiros aeronáuticos italianos. Definia-se como um «viajante sedentário». Grande bibliófilo, coleccionou mais de treze mil livros sobre viagens de todos os tipos. Morreu em 2007.