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NOVA EDIÇÃO, AGORA EM FORMATO ECONÓMICO DE CANTOS REDONDOS

★★★★★ Expresso

136 autores fictícios inventados por Fernando Pessoa, as suas assinaturas fac‑similadas e 77 textos inéditos

«Eu sou uma anthologia.
Screvo tam diversamente
Que, pouca ou muita valia
Dos poemas, ninguem diria
Que o poëta e um sòmente.»

Em Eu Sou Uma Antologia, Jerónimo Pizarro e Patrício Ferrari redescobrem as múltiplas individualidades de Pessoa. Cada um dos 136 autores fictícios é apresentado por uma breve introdução, seguida das suas assinaturas fac‑similadas e de um ou mais dos seus textos.

Fernando Pessoa

Fernando Pessoa (1888-1935) é hoje o principal elo literário de Portugal com o mundo. A sua obra em verso e em prosa é a mais plural que se possa imaginar, pois tem múltiplas facetas, materializa inúmeros interesses e representa um autêntico património colectivo: do autor, das diversas figuras autorais inventadas por ele e dos leitores.
Algumas dessas personagens, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, Pessoa denominou «heterónimos», reservando a designação de «ortónimo» para si próprio. Director e colaborador de várias revistas literárias, autor do Livro do Desassossego e, no dia-a-dia, «correspondente estrangeiro em casas comerciais», Pessoa deixou uma obra universal em três línguas que continua sendo editada e estudada desde que escreveu, antes de morrer, em Lisboa, «I know not what tomorrow will bring» [«Não sei o que o amanhã trará»].