GENTE MELANCOLICAMENTE LOUCA (bolso) - Tinta da China
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GRANDE PRÉMIO DO CONTO CAMILO CASTELO BRANCO | APE 2015

Após sete anos sem publicar, o livro que marcou o regresso de uma autora de culto à ficção — conquistou prémios, a crítica e os leitores e volta a estar disponível, desta vez em formato de bolso.

«Teresa Veiga é um dos nomes mais importantes da nossa ficção actual. É, provavelmente, a nossa melhor contista, e os seus textos mostram como consegue romper as categorias estabelecidas dos modelos ficcionais. A sua escrita está no cruzamento perfeito entre as exigências do leitor geral de ficção e o leitor mais sofisticado.»
— Pedro Mexia, Diário de Notícias

«Teresa Veiga escreve de uma maneira que recebe sem favor o nome de estilo: com rigor e sobriedade, a sua escrita revela um notável sentido da alusão, da ironia e do humor e, retoricamente falando, um sentido do decoro, da necessidade de o manter e da oportunidade para o perder.»
— Abel Barros Baptista, Público

Teresa Veiga

Teresa Veiga nasceu em Lisboa, onde reside. Licenciada em Direito e mais tarde em Filologia Românica, exerceu a actividade de professora, conservadora dos Registos Civil e Predial e notária, em diversas localidades do Alentejo e do Algarve, onde viveu durante largos anos. É autora de nove livros, entre volumes de contos, novelas e romances: Jacobo e Outras Histórias (1980), O Último Amante (1990), História da Bela Fria (1992), A Paz Doméstica (1999), As Enganadas (2003), Uma Aventura Secreta do Marquês de Bradomín (2008), Gente Melancolicamente Louca (2015), Cidade Infecta (2020) e O Senhor d’Além (2021).