IDIOTAS ÚTEIS E INÚTEIS - Tinta da China
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TRATAR OS LEITORES PELOS NOMES

Na compra do novo livro de Ricardo Araújo Pereira, não recebe apenas 10% de desconto e um exemplar autografado – recebe também uma dedicatória personalizada.

[Promoção válida de 19 a 29/10 de 2020. Indique o nome para a dedicatória nas notas da encomenda. Portes gratuitos (Portugal). Limitada ao stock existente e não acumulável com outras promoções.]

As crónicas de Ricardo Araújo Pereira que os portugueses nunca leram.

Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo.

«Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada.»

Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira (Lisboa, 1974) é licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, e começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o Gato Fedorento. Escreve semanalmente na Visão (Portugal) e na Folha de S. Paulo (Brasil) e é um dos elementos do Governo Sombra (TSF/TVI24). É co‑autor e apresentador de Gente Que Não Sabe Estar (TVI).
Com a Tinta‑da‑china, publicou seis livros de crónicas — entre os quais, Novas Crónicas da Boca do Inferno (Grande Prémio de Crónica APE 2009), Reaccionário com Dois Cês (2017) e Estar Vivo Aleija (2018) —, além de três volumes de Mixórdia de Temáticas e um ensaio: A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar (2016, também publicado no Brasil). No Brasil está ainda publicada a colectânea de crónicas Se não entenderes eu conto de novo, pá (Tinta‑da‑china, 2012).
Coordena a colecção de Literatura de Humor da Tinta‑da‑china, que inclui livros de Charles Dickens, Denis Diderot, Jaroslav Hašek, Ivan Gontcharov, Robert Benchley, S.J. Perelman, George Grossmith, José Sesinando e, mais recentemente, Mark Twain.
É o sócio n.º 12 049 do Sport Lisboa e Benfica.