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A correspondência inédita entre os mais relevantes escritores portugueses da segunda metade do século XIX e o intelectual italiano Angelo de Gubernatis, em torno de um tema intemporal: quem merece ficar na história da literatura?

Angelo de Gubernatis (1840‐1913) é uma figura cimeira da história intelectual, cultural e política italiana da segunda metade do século XIX. Entre a sua correspondência, preservada na Biblioteca Nacional de Florença, encontram-se cartas de alguns dos mais relevantes intelectuais portugueses deste período, como Oliveira Martins, Teófilo Braga, Antero de Quental, Sampaio Bruno, Vasconcelos Abreu e Cândido de Figueiredo.

Inéditas até hoje, nelas se fala de livros ou de «latinidade», faz-se comentário político ou pura má-língua, e persegue-se sempre a ideia de cânone.

COM ENSAIOS INTRODUTÓRIOS DE RUI RAMOS, FILIPA LOWNDES VICENTE E ANA RITA AMARAL.