NOVA IORQUE - Tinta da China
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«Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. ‘Depois de ter estado em Nova Iorque’, diz Behan, ‘qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro.’
A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha ‘saudade’ de bares onde nunca entrei.»
— Enrique Vila-Matas

Brendan Behan

Brendan Behan (1923-1964) foi um destacado poeta, romancista e dramaturgo irlandês, que escreveu tanto em inglês como em irlandês. A sua ligação de juventude ao IRA levou-o à prisão, experiência que relata no romance autobiográfico Borstal Boy, de 1958. Behan escreveu também, de forma crítica, sobre os seus antigos companheiros na peça de teatro The Hostage, de 1957.
Além do reconhecimento como escritor, Behan tornou-se conhecido como personagem singular e heterodoxa, por vezes provocadora, fama essa em parte motivada pelo seu consumo imoderado de álcool, que seria a causa da sua morte prematura. Ele próprio se definia como «um alcoólico com problemas de escrita».
Nova Iorque é o primeiro livro do autor publicado em Portugal.