NOVÍSSIMAS CRÓNICAS DA BOCA DO INFERNO - Tinta da China
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É habitual um autor best-seller ganhar prémios de literatura? Não. Mas Ricardo Araújo Pereira é único. O único autor que faz rir Portugal inteiro e que transformou o humor inteligente num esmagador fenómeno de popularidade. O único humorista que é em simultâneo um grande escritor, e cujas qualidades literárias são inquestionáveis e reconhecidas por todos.

Depois de receber em 2012 o Grande Prémio APE de Crónica, RAP está de volta com mais um volume das suas crónicas da Boca do Inferno.
Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno reúne os seus melhores textos entre 2010 e 2013. Uma obra extraordinária para quem tem expectativas muito baixas.

Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira (Lisboa, 1974) é licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, e começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras. É guionista desde 1998. Em 2003, com Miguel Góis, Zé Diogo Quintela e Tiago Dores, formou o Gato Fedorento. Escreve semanalmente na Visão (Portugal) e na Folha de S. Paulo (Brasil) e é um dos elementos do Governo Sombra (TSF/TVI24). É co‑autor e apresentador de Gente Que Não Sabe Estar (TVI).
Com a Tinta‑da‑china, publicou seis livros de crónicas — entre os quais, Novas Crónicas da Boca do Inferno (Grande Prémio de Crónica APE 2009), Reaccionário com Dois Cês (2017) e Estar Vivo Aleija (2018) —, além de três volumes de Mixórdia de Temáticas e um ensaio: A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar (2016, também publicado no Brasil). No Brasil está ainda publicada a colectânea de crónicas Se não entenderes eu conto de novo, pá (Tinta‑da‑china, 2012).
Coordena a colecção de Literatura de Humor da Tinta‑da‑china, que inclui livros de Charles Dickens, Denis Diderot, Jaroslav Hašek, Ivan Gontcharov, Robert Benchley, S.J. Perelman, George Grossmith, José Sesinando e, mais recentemente, Mark Twain.
É o sócio n.º 12 049 do Sport Lisboa e Benfica.